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| 7/3/2009 8:52:01 AM Tour: Organização não dará tréguas ao doping
A luta contra o doping está mais acesa do que nunca. A UCI assinou em 10 de junho passado um protocolo de colaboração com a Agência Francesa de Luta Contra o Doping (AFLD), entidade que tinha tido o controle autônomo antidoping da prova em 2008, devido à “briga” entre a UCI e empresa organizadora do evento, a ASO. Antes da largada Em junho vários ciclistas foram alvo de controles surpresa, levados a cabo pela UCI, ou pela AFLD, no caso de estarem a treinar em território francês. Nesta quinta-feira 2 de julho, os 180 ciclistas inscritos foram submetidos a testes sanguíneos. Durante as três semanas de prova No final de cada etapa, os atletas designados para ser alvo de controles, além do vencedor da tirada e do detentor da “Mailot Jaune” de líder, vão ser permanentemente acompanhados por "chaperons" (fiscais), desde a linha de chegada até ao local de recolhimento das amostras. As autoridades antidoping poderão igualmente realizar testes surpresa nos alojamentos das equipes. Cerca de 50 ciclistas vão ser particularmente vigiados, numa "seleção estabelecida por critérios esportivos e através das informações recolhidas dos passaportes biológicos", segundo o presidente da UCI, PAT McQUAID. Prevêem-se entre 300 e 400 controles antidoping, com especial atenção à eritropoietina (EPO) e esteróides, bem como aos hormônios de crescimento. Após a chegada Todas as amostras vão ser conservadas e podem ser submetidas a outras análises, caso novos métodos de detecção sejam homologadas, como aconteceu em 2008 relativamente à EPO de efeito prolongado, conhecida como CERA. O controle sobre os ciclistas prosseguirá através dos passaportes biológicos, onde qualquer variação anormal dos parâmetros sanguíneos será avaliada por um grupo de peritos independentes, para verificar se houve ou não manipulação. Assista na SS TV: | ||||||||||||
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